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escrevo coisas vindo do coração, de ouvir sobre a vida dos que tem para contar. São memórias de vida e anseios do futuro, sou um ser inquieto, uma alma procurando resposta que não sei se as terei, mas a busca continua.

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Ironia


Tento não pensar em nada, fingir para mim mesma, que nada aconteceu.

É cena de sempre, nada muda, nem mesmo o tom que as palavras são proferidas.

Saio pela rua com o mesmo desespero de sempre

Descubro pessoas tão vazias quanto a que deixei para trás

É difícil acreditar que algum dia tudo irá mudar,  ilusão.

Talvez dependa apenas de mim , mas que ironia, não sei o que fazer.

Volto para casa cansada, nada me acrescentou.

Te encontro como sempre indiferente apático

Fechado em teu mundo de faz de conta

Ambos usamos  mascaras para dissimular

O estrago que causamos em nossas vidas



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